terça-feira, 20 de outubro de 2026
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FMI prevê que o Brasil volte a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027

Projeção do World Economic Outlook coloca o PIB brasileiro em US$ 2,80 trilhões, à frente de Rússia e Itália; em 2026 o país é o 10º.

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FMI prevê que o Brasil volte a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027
Navio cargueiro atracado no Porto de Santos (SP), em 2024 (imagem ilustrativa). Foto: Marinha do Brasil (CC BY-SA 2.0), via Wikimedia Commons

O Brasil deve voltar a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas no relatório World Economic Outlook e noticiadas nesta sexta-feira (16) pela Agência Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve chegar a US$ 2,80 trilhões (R$ 14,65 trilhões) no ano que vem.

Em 2026, o país ocupa a 10ª posição no ranking do FMI, com PIB de US$ 2,655 trilhões. Em 2027, o Brasil ultrapassa Rússia e Itália e, segundo a projeção, permanece em 8º lugar até 2031, o último ano estimado pelo Fundo. A última vez que o país esteve nessa posição foi em 2017.

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O melhor resultado da história do Brasil no ranking foi o 7º lugar, alcançado em 1995 e de novo entre 2010 e 2014. A classificação compara o tamanho das economias em dólares, por isso depende também da taxa de câmbio, além do crescimento da atividade.

No topo da lista de 2027, Estados Unidos (US$ 34,44 trilhões) e China (US$ 22,94 trilhões) seguem na 1ª e na 2ª posição, ordem que o FMI mantém até 2031. Em seguida vêm Alemanha (US$ 5,66 trilhões), Índia (US$ 4,52 trilhões), Reino Unido (US$ 4,49 trilhões), Japão (US$ 4,47 trilhões) e França (US$ 3,65 trilhões).

A Índia sobe da 6ª para a 4ª posição, passando Reino Unido e Japão, e deve chegar ao 3º lugar em 2031, à frente da Alemanha. Itália (US$ 2,77 trilhões) e Rússia (US$ 2,68 trilhões) completam o grupo das dez maiores em 2027.

Para o leitor, o ranking mede o tamanho da economia, não a renda por pessoa nem o poder de compra das famílias. Ainda assim, a posição costuma ser usada como referência por investidores e organismos internacionais ao avaliar o peso do país na economia global.

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Fonte: Agência Brasil

Produzido pela Redação INFO NEWS com apoio de ferramentas de automação. Correções: contato@infonews.today

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