terça-feira, 20 de outubro de 2026
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FMI prevê que Brasil volte a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027

Projeção do Fundo Monetário Internacional coloca o PIB brasileiro em US$ 2,80 trilhões em 2027, contra US$ 2,655 trilhões em 2026, na 10ª posição.

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FMI prevê que Brasil volte a ser a 8ª maior economia do mundo em 2027
Navio graneleiro é carregado no porto de Paranaguá (PR), um dos principais terminais de exportação do país (imagem ilustrativa, foto de arquivo, 2013). Foto: ChristopherGregoryPeter (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia Commons

O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que o Brasil volte a ocupar a 8ª posição entre as maiores economias do mundo em 2027, segundo o relatório Perspectiva Econômica Mundial divulgado nesta semana e noticiado pela Agência Brasil em 16 de outubro. Em 2026, o país aparece em 10º lugar.

De acordo com o levantamento, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve passar de cerca de US$ 2,655 trilhões em 2026 para US$ 2,80 trilhões em 2027, o equivalente a R$ 14,65 trilhões. Pelas projeções do fundo, o país permanece na 8ª colocação até 2031, último ano da série.

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A última vez que o Brasil ocupou o 8º lugar foi em 2017. A melhor posição da história do país no ranking foi a 7ª, em 1995 e de 2010 a 2014.

No ranking projetado para 2027, os Estados Unidos lideram, com US$ 34,44 trilhões, seguidos da China, com US$ 22,94 trilhões. Alemanha, Índia, Reino Unido, Japão e França vêm na sequência, e o Brasil aparece à frente de Itália (US$ 2,77 trilhões) e Rússia (US$ 2,68 trilhões).

A Índia sobe do 6º para o 4º lugar, ultrapassando Reino Unido e Japão, e deve superar a Alemanha e chegar ao 3º posto até 2031. Estados Unidos e China mantêm as duas primeiras posições em todo o período.

O PIB mede o valor de todos os bens e serviços finais produzidos em um local em determinado período e serve para comparar economias. Ele não mostra como a renda é distribuída nem as condições de vida da população, por isso a posição no ranking não altera, por si só, o orçamento das famílias.

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Fonte: Agência Brasil

Produzido pela Redação INFO NEWS com apoio de ferramentas de automação. Correções: contato@infonews.today

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