terça-feira, 20 de outubro de 2026
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Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09, o maior valor desde 2 de outubro

Ibovespa cai 1,06%, a 204.324 pontos, em dia de cautela com o cenário eleitoral e com possíveis medidas do governo de impacto fiscal.

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Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09, o maior valor desde 2 de outubro
Operadores acompanham painéis de cotações na B3, em São Paulo (imagem ilustrativa, foto de arquivo, 2007). Foto: Rafael Matsunaga (CC BY 2.0), via Wikimedia Commons

O dólar comercial subiu 1,15% nesta quinta-feira (15) e fechou cotado a R$ 5,087, o maior valor de fechamento desde 2 de outubro, quando a moeda terminou o dia a R$ 5,216, segundo a Agência Brasil. Na máxima do dia, a moeda chegou a R$ 5,098.

Com a alta, a divisa acumula queda de 1,70% em outubro e de 7,33% no ano. Para o leitor, a oscilação influencia o preço de produtos importados, de viagens ao exterior e de itens que dependem de insumos cotados em dólar.

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Na Bolsa, o Ibovespa, principal índice da B3, recuou 1,06% e fechou aos 204.324,26 pontos, com mínima de 203.110,43 pontos e giro financeiro de R$ 27 bilhões. Na semana, o índice perdeu 2,27%; em outubro, ainda sobe 9,65%, e no ano, 26,81%.

A Agência Brasil, com informações da Reuters, atribui o movimento à cautela dos investidores com o cenário eleitoral, incluindo uma nova pesquisa divulgada no dia, e com possíveis medidas econômicas do governo com impacto fiscal nos próximos anos. Entre elas está a proposta de emenda à Constituição sobre tarifa zero no transporte público aos fins de semana.

No exterior, o dólar perdeu força frente a outras moedas: o índice DXY, que compara a divisa americana a uma cesta de moedas, recuava 0,53%, aos 102,015 pontos, por volta das 17h.

No petróleo, o Brent fechou a US$ 105,92 por barril, queda de 0,13%, e o WTI para novembro subiu 3,03%, a US$ 97,97. Os estoques semanais dos Estados Unidos caíram 8,557 milhões de barris, mais do que o previsto, e a Agência Internacional de Energia concordou em acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de reservas estratégicas, anunciada pelo G7 no início de outubro.

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Fonte: Agência Brasil

Produzido pela Redação INFO NEWS com apoio de ferramentas de automação. Correções: contato@infonews.today

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